23/06/2008
Os 37 selecionados para atuarem como mediadores no projeto-piloto “Justiça Comunitária – Mediação” iniciaram o Curso de Formação de Agentes Comunitários nesse fim-de-semana. A aula inaugural foi ministrada pelo Frei Luciano Bruxel e aconteceu no Centro de Promoção da Criança e do Adolescente São Francisco de Assis no Bairro Lomba do Pinheiro, local escolhido para implantação da iniciativa.
O objetivo da mediação é buscar a prevenção e a solução de conflitos de forma pacífica. Para isso, são cooptadas pessoas da própria comunidade que, após treinados, passam a atuar como mediadores. Os escolhidos passarão por um curso com 40 horas de aulas teóricas, mais 100 horas de prática em mediação.
O objetivo da mediação é buscar a prevenção e a solução de conflitos de forma pacífica. Para isso, são cooptadas pessoas da própria comunidade que, após treinados, passam a atuar como mediadores. Os escolhidos passarão por um curso com 40 horas de aulas teóricas, mais 100 horas de prática em mediação.
Desembargadora Genacéia destacou que projeto é mais um passo para a promoção da cultura de paz
(Foto: Mariane Souza de Quadros)
Parceiros destacam vantagens da mediação
A primeira aula contou com a presença de representantes dos parceiros do projeto. A Desembargadora Genacéia da Silva Alberton, que representou o Tribunal de Justiça, apoiador do projeto, destacou a importância da iniciativa que representa mais um passo na luta pela promoção de uma cultura da paz. Na sua avaliação, se trata de um marco na história do Judiciário.
O Secretário da Reforma Judiciária, Rogério Favreto, apontou que a pacificação dos conflitos é mais efetiva quando é feita na própria comunidade, contando com a participação de seus integrantes. Afirmou que ação é um meio alternativo de resolução de conflitos que fortalece a cidadania.
Membro do Núcleo de Estudos de Mediação da Escola Superior da Magistratura, a Juíza de Direito Rosana Garbin apontou que atingir a causa do conflito e chegar ao entendimento é o principal objetivo da mediação. Dessa forma são reduzidos os números de conflitos e a quantidade de ações na Justiça.
O Frei Blásio Cummer, representante do Governo Provincial do Rio Grande do Sul, lembrou o poder da mediação para humanizar as relações e construir uma sociedade mais justa e fraterna.
Estiveram presentes ainda a Defensora Pública Marisângela Minuzzi, representando a Defensoria Pública; o Coordenador do Núcleo de Mediação da Escola Superior da Magistratura, José Luiz Bolzan de Morais e Ricardo Dornelles, pela OAB.
EXPEDIENTE
Texto: Mariane Souza de Quadros
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tj.rs.gov.br
A primeira aula contou com a presença de representantes dos parceiros do projeto. A Desembargadora Genacéia da Silva Alberton, que representou o Tribunal de Justiça, apoiador do projeto, destacou a importância da iniciativa que representa mais um passo na luta pela promoção de uma cultura da paz. Na sua avaliação, se trata de um marco na história do Judiciário.
O Secretário da Reforma Judiciária, Rogério Favreto, apontou que a pacificação dos conflitos é mais efetiva quando é feita na própria comunidade, contando com a participação de seus integrantes. Afirmou que ação é um meio alternativo de resolução de conflitos que fortalece a cidadania.
Membro do Núcleo de Estudos de Mediação da Escola Superior da Magistratura, a Juíza de Direito Rosana Garbin apontou que atingir a causa do conflito e chegar ao entendimento é o principal objetivo da mediação. Dessa forma são reduzidos os números de conflitos e a quantidade de ações na Justiça.
O Frei Blásio Cummer, representante do Governo Provincial do Rio Grande do Sul, lembrou o poder da mediação para humanizar as relações e construir uma sociedade mais justa e fraterna.
Estiveram presentes ainda a Defensora Pública Marisângela Minuzzi, representando a Defensoria Pública; o Coordenador do Núcleo de Mediação da Escola Superior da Magistratura, José Luiz Bolzan de Morais e Ricardo Dornelles, pela OAB.
EXPEDIENTE
Texto: Mariane Souza de Quadros
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tj.rs.gov.br